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Nossas histórias em Vancouver

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Snowy day in Vancouver!

A segunda semana de janeiro foi realmente gelada. A temperatura caíu para -5 graus e assim ficou por vários dias, então veio a previsão de neve. Mesmo com a previsão anunciada ficou difícil acreditar porquê Vancouver é uma cidade que dificilmente neva devido a proximidade do mar. Mas nesses dias foi diferente, amanhaceu nevando sutilmente mas aos poucos os flocos foram ficando cada vez mais grossos e intensos, em poucos minutos a paisagem estava totalmente branca. 

Esperei a nevasca parar para poder sair de casa e começar a fotografar. Caminhei em volta da orla do mar onde não haviam carros e certamente a paisagem branca estaria conservada. Encontrei cenarios realmente encantadores, fui caminhando por lugares que ainda não haviam sido pisados destruindo assim a camada intacta de neve.

Mesmo com o friu intenso fica difícil se sentir desconfortável com tanta beleza. Os olhos não cansam de olhar, talvez seja porque não estamos acostumados. Prefiro que neve assim raramente pra não tirar o encanto, porque assim que acostuma deve ser um saco ter que limpar gelo da frente das casas ou descongelar o parabrisa do carro antes de sair hehehehhehe.

Bruno

 

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Happy Holidays!!

Já passou mais de um mês desde o natal e fim de ano e ainda não fizemos nenhum post contando como foi. Talvez porque não tenha sido uma grande festa ou mesmo porque estavamos com preguiça de escrever hahahahahaha.
Para nós, que estavamos longe da família o natal pareceu ser bem diferente do Brasil já que não vimos os familiares se reunindo para comemorar. Nas ruas e vitrines a decoração era bem sutíl, quase sempre evocando o sentido mais comercial da data com anúncios de grandes promoçoes. Mas também vimos muitas luzes espalhadas pelas cidade, principalmente nos variados pinheiros que encontramos.





Na noite de natal fizemos uma pequena janta na casa da Roisin. Preparamos um rizoto de frango e ela serviu vinho e sobremesa, mas antes disso fomos até a beira do mar ver o pôr do sol que por si só valeu como presente de natal. Até encontramos lá uma senhora chinesa sozinha que carregava uma sacola cheia de presentes, como se estivesse procurando alguém para dar.









 Já o ano novo não pareceu nada com as festas que fazemos no Brasil. Aqui, devido ao frio ninguém vai a praia pular ondas e a cidade não tem a tradição de estourar fogos de artifício. A única maneira de se divertir são as festas em clubes ou mesmo em casas de amigos. No nosso caso, fomos a uma festa no apartamento de amigos de amigos.

Antes da festa o pessoal se reuniu no nosso apartamento pra beber, já que nao se pode beber na rua. Mesmo assim a rua estava cheia de bebeados de uma forma que eu nunca tinha visto antes. Ahh, aqui as pessoas tem uma tradição bem esquisita na manhã do dia primeiro. Elas mergulham no mar, sendo que a temperatura da água é congelante. Preferi não participar disso hahahahhahahaha.


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North Vancouver

North Vancouver é a parte da cidade onde o Francis costumava morar em 2008, e desde que chegamos aqui esse ano ainda não tinhamos visitado. Então aproveitamos o fim de semana de folga e fomos até lá, um passeio rápido devido a pouca distância e a duração do dia, nessa tarde o sol se pôs por volta das 4h da tarde.

em azul o lugar de onde moramos e em vermelho North Vancouver.

Para chegar lá um barco (seabus) parte de meia em meia hora do cais de Vancouver e a travessia demora em torno de 15 minutos, na chegada existe um mercado público e um espaço bem agradável com uma variedade de restaurantes e lojinhas de artesanato.

(essa foto achamos na internet, não é nossa) 

A cidade/bairro, apesar de não ser pequena tem um clima de interior, poucos prédios altos, menos comércio e muitos morros, já que o lugar se localiza no pé da montanha. O mar calmo e silencioso combina exatamente com a atmosfera da cidade. De lá temos a vista de Vancouver Downtown, a vista da enorme linha de prédios que só uma visão de longe proporciona.

Depois e caminhar pela cidade e explorar as paisagens fomos até a beira do mar. Esperamos o pôr do sol, que descia devagarinho por detrás dos prédios. Depois disso o frio ficou bem mais intenso, mas a linda paisagem em tons de amarelo e larajna compensavam.

Ficamos ali mais alguns minutos e depois pegamos o barco de volta para Vancouver.

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Um pedaço do outono…

Talvez o Canadá seja o lugar do mundo onde o outono se mostra mais incrível, tanto que sua bandeira é o símbolo maior dessa estação. 

Ao mesmo tempo que o o frio chega e os dias começam a ficar mais curtos a beleza do adormecer da natureza também é mostrada.
Primeiro são os verdes que se desbotam quase em sincronia com a diminuição da luz dos dias. Em algumas semanas boa parte das árvores já estão cobertas dos mais variados tons de amarelos e vermelhos, então a ausência do verão e suprida pela beleza mórbida do outono. Nesse momento cabem aos nossos olhos descobrir o encanto escondido nessa estação.

Durante esse dois meses de outono clicamos paisagens da cidade em sua fase de transição. Retratamos a mudança de cores das árvores, a queda das folhas e até mesmo o vazio deixado nas ruas. Mas o outono é muito mais do que árvores sem folhas, ele representa o adormecimento da vida natural, o período onde a natureza se prepara para a longa espera até a próxima primavera. Imaginem como seria dormir em uma quente noite de verão e acordar em uma escura e fria manhã de inverno, terrível não? Por isso existe o outono, para nos preparar para um longo inverno e alimentar nossos olhos com suas lindas cores quentes.




Bruno,

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Halloween Party

Halloween no Canadá é uma data muito tradicional, se eu fosse comparar com alguma data importante brasileira eu compararia com a páscoa, devido a importância que os norte americanos dão a esse dia. 
Além de abóboras e crianças pedindo doces, há uma variedade incrivel de produtos no supermercado feitos especialmente pro halloween. Para os adultos essa data também é muito comemorada, é comum ter festas a fantasia em casas no subúrbio. Foi em uma dessas que nós fomos. Começamos a noite na casa da Michaela que por sí só já era uma festa bem preparada, com direito a decoração assustadora e guloseimas.

 

  Depois disso fomos pra rua, pegamos o trem e fomos pra outra parte da cidade onde tinha uma outra festa acontecendo, desta vez bem maior e com mais gente.

Na rua ao lado da festa tinha uma casa totalmente decorada 

Bruno

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Blenz Coffee

Como eu ainda não havia escrito nada sobre o lugar onde trabalho, aqui vai a postagem atrasada. Essa semana levei a camera pra fotografar a confecção da abóbora de halloween e aproveitei pra tirar algumas fotos do café e dos meus colegas de trabalho.

Essa época do ano é muito tradicional no Canadá, a maioria das lojas se enfeitam e a maioria das casas colocam abóboras malvadas na frente. Minha gerente comprou abóboras para cada funcionario compor sua careta , mas como eu nunca havia feito isso antes me juntei com o Kazuma e esculpimos juntos. O processo não é tão difícil, basta apenas abrir uma tampa na parte superior da abóbora e então retirar toda a polpa, tendo cuidado pra deixar ela bem limpa por dentro. Depois disso se desenha uma cara bem cruel nela e se recorta formando assim a boca, nariz e olhos.

 

No Blenz Coffee trabalham pessoas de muitos lugares do mundo. é incrível como um idioma pode aproximar tanto as pessoas e unir culturas tão diferentes, nunca imaginei que ao mesmo tempo eu pudesse conviver com pessos tão distintas e entendê-las tão bem. A parte ruim vêm quando esses laços de amizade se quebram porque chegou a hora de cada um retornar pro seu país, mas uma coisa é certa: cada aprendizado e lembranças além de ficar contigo pra sempre também viajam pra muito longe com aqueles que cruzaram os nossos caminhos.

                     Jitcka da Rep. Checa

                   Kazuma do Japão

             Yan da França

Michaela da Suécia e Rie do Japão. Além deles tem outros que não estavam nesse dia, Verônica do México, Yasu do Japão, Floriane da França, Andi da Turquia e o André do Brasil.

                  

Bruno

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Emily Carr

Na semana passada levei a câmera para fazer umas fotos na faculdade. Para ir até lá eu caminho por 3 quadras até a marina e pego o Aquabus, que demora 10min para chegar. 

Não tirei uma foto do Aquabus no dia, mas tem uma antiga que mostra ele, é esse aqui:

o menor, né! O grande eu uso nos fins de semana :)

A faculdade é dividida em dois prédios, no norte ficam a maioria das salas de aula, escritórios e laboratórios. 

nele também tem uma galeria onde acontecem exposições com os trabalhos dos alunos. 

E o prédio sul, onde ficam a biblioteca e o auditório. 

Aqui é onde temos nossas aulas de inglês e história da arte. Primeiro acontece uma palestra nesse auditório, e depois o grupo é dividido em aulas menores em outra salas. 

Ultimamente estou com muito pouco tempo livre para escrever com mais frequência, mas queria pelo menos mostrar essas fotos para vocês verem como é lá! 

Abraço,

Francis

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Chinatown

Toda grande cidade tem um bairro chinês, todos com as mesmas características e todos com o mesmo nome. A Chinatown de Vancouver é o lugar mais pobre da cidade e é localizado na periferia de downtown. Lá, além de encontrar muitos viciados você também pode encontrar muitos mercados exóticos e muitas bancas de frutas (as mais baratas da cidade).
Fomos até lá por esse motivo, comprar vegetais e frutas. Então aproveitamos pra tirar fotos.

 

Nas ruas a população é unanimamente chinesa e ouve-se “quase apenas” o mandarin e seus dialetos, sem contar os letreiros das lojas e restaurantes, a maioria possue a tradução em inglês mas nos mais pobres e antigos vê-se apenas os letreiros em chinês.

Os restaurantes e mercados de alimentos são muito diferentes pra nós ocidentais. Tem coisas que podem revoltar o estômago e as condições de higiene também não são muito agradáveis. Mas são coisas de cultura, nao podemos julgar.

 

No entanto, o passeio vale a pena. Tem uma quantidade imensa de lojinhas de artesanato ($1.99) made in china. As cores das faixadas e letreiros são na maioria vibrantes e chamativas o que faz os seus olhos terem o que olhar durante o caminho todo. Não sei como é a China de verdade, mas caminhar por lá é como se estivessemos em lugar totalmente distante do Canadá. 

Bruno

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New Apartment

Fazia tempo que não postávamos nada por aqui, estávamos devendo as fotos do apartamento novo que nos mudamos no inicio do mês. Agora estamos dividindo com dois amigos, um brasileiro, Bruno e um australiano, Beau ah, e uma cachorra também, a Baloo! hahahah. Não temos nenhuma foto boa com eles, ficamos devendo para a próxima, mas da Baloo tem uma! heheh 

O apê fica bem próximo de onde morávamos antes, a distância até nosso trabalho é a mesma, e pra ir até a faculdade só preciso caminhar 10 minutos e pegar um barquinho por mais 10! Além de eu ter começado a faculdade esse mês o Bruno também está trabalhando mais horas, então andamos bem ocupados, quando não estou na faculdade ou no trabalho, estou lendo os livros ou fazendo meus “temas” hahahah. Apesar de estar bem corrido está tudo ótimo, vou fazer umas fotos da faculdade para mostrar em um próximo post! 

Também começou o outono por aqui, já faz uma semana que o sol mal aparece, a chuva esta sempre dando um “oi” durante o dia e o tempo deu uma esfriada. Eu não me importo com o clima mais fechado, só queria que chovesse menos :/ 

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Buntzen Lake

No último sábado dia 20/08 fomos para o Buntzen Lake, um lago que fica a 33km de Vancouver entre as montanhas. Nos reunimos em 7 pessoas (todos brasileiros) na parada de ônibus. O ônibus para lá não é muito frequente, então decidimos sair cedo para não correr o risco de chegar lá muito tarde e não ter um bom lugar para sentar e descansar.

A viagem até lá não é muito longa, mas em compensasão é muito demorada, pegamos 2 onibus para ir e levamos 2h para chegar. O caminho até lá é lindo, a estrada é cercada por floresta e entre a mata se vê uma porção de mansões, nas árvores vimos avisos para ter cuidado com os ursos.

Chegando lá nos surpreendemos com a beleza do lugar. O lago tem a água muito limpa, com uma tonalidade esverdeada e o camping é muito bem cuidado com muitas mesas espalhadas. Logo que chegamos encontramos uma mesa e acomodamos nossas mochilas, infelizmente a única coisa que tinhamos para comer eram chips e água, ficamos morrendo de fome quando vimos as churrasqueiras ao redor cheias de salsichas e hamburgers.

A água do lago, apesar de linda era extremamente gelada (como qualquer lago ou praia no Canadá) mas mesmo assim não resisti a um mergulho (purapressãodofrancis). O Francis, a Ana e Eu entramos na água mas não aguentamos mais de 3 min lá dentro (a Ana perdeu a vóz na hora, mas eu acho que foi de tanto rir hahahahahahaha)

Depois disso não tinha muito o que fazer, aquele lugar não era muito animado. Apenas famílias com crianças pequenas, cachorros e chineses, pra variar nossa galera tava um tanto de ressaca. Fomos embora as 4h da tarde, mas só conseguimos pegar o ônibus as 5h. Na verdade a história da volta é um pouco longa (não vou contar agora) mas resumindo, parte do pessoal pediu carona na rua e a outra parte subiu o morro a pé para chegar até o ponto de ônibus; pra no final ter que pegar o mesmo onibus que passava lá embaixo. 

Depois de voltarmos para Vancouver decidimos comer um hamburger no RedRobin e ainda curtimos uma Jacuzzi antes de dormir. Verão dizendo bye bye.

Bruno